5 móveis que você provavelmente esquece de limpar: veja como cuidar de cada um

 

Cabeceiras estofadas, cadeiras, poltronas, sofás e colchões podem ficar fora da rotina de limpeza; especialista explica como cuidar de cada peça

Imagem de lifeforstock no Magnific
Imagem de lifeforstock no Magnific

Na hora de fazer a faxina, alguns móveis acabam ficando fora da rotina de limpeza, mesmo fazendo parte do uso diário da casa. O tapete e o sofá até são lembrados, dependendo do nível de sujeira, já que acabam sendo mais utilizados. Mas as cabeceiras estofadas, cadeiras, poltronas e colchões, também precisam ser higienizados periodicamente, principalmente por estarem em contato frequente com pele, roupas, cabelos, pelos de animais, além das partículas do ambiente.

Segundo Fritz Paixão, CEO e fundador da CleanNew, rede de franquias especializada em higienização e blindagem de estofados, o problema é que a sujeira nem sempre é perceptível a olho nu: “muitos móveis passam despercebidos porque não apresentam sujeira aparente. A cabeceira e as poltronas podem até parecer limpas, por exemplo, mas a proximidade diária com roupas, pele, alimentos e, em muitas casas, os pets também fazem uso. É preciso considerar esses itens usados diariamente, mesmo quando eles não aparentam estar sujos”, afirma.

Veja quais são os cinco móveis que costumam ser esquecidos durante a faxina e quais são os cuidados necessários:

Cabeceira estofada

Por ficar próxima ao rosto e ao cabelo durante várias horas, a cabeceira pode acumular partículas, oleosidade e resíduos ao longo do tempo. O primeiro cuidado é fazer a remoção frequente da poeira com aspirador, utilizando um acessório adequado para tecido.

“Além da aspiração, é importante observar se o tecido apresenta manchas, alteração de cor ou odor. Esses sinais indicam que pode ser necessária uma higienização mais profunda”, alerta o CEO de CleanNew.

Cadeiras estofadas

Cadeiras da sala de jantar, escritório ou home office também podem acumular resíduos, principalmente quando são utilizadas diariamente. No caso das cadeiras da mesa de jantar, ainda existe o risco de respingos e restos de alimentos. A orientação é remover a sujeira superficial com frequência e evitar esfregar manchas de forma agressiva. Dependendo do tecido, o atrito e o excesso de produto podem alterar a aparência da peça.

“Uma mancha recente não deve ser esfregada de qualquer maneira. O ideal é retirar o excesso com cuidado e verificar a recomendação específica para aquele tecido. O uso de produtos inadequados pode transformar uma sujeira pontual em um problema maior”, explica Paixão.

Poltronas

Por serem usadas para leitura, descanso, amamentação ou simplesmente para assistir à TV, muitas vezes, as poltronas acabam não entrando na rotina de limpeza. Além do assento e do encosto, braços e laterais também merecem atenção, já que são áreas de contato frequente. 

Sofás

O sofá provavelmente é um dos móveis mais utilizados da casa, mas nem sempre recebe a mesma atenção dada ao chão ou às superfícies da cozinha. Poeira, pelos, resíduos de alimentos, líquidos e contato constante fazem com que a peça mereça uma rotina específica. “A frequência da manutenção depende da rotina da casa. Uma residência com crianças, pets ou uso intenso do sofá, por exemplo, exige mais atenção do que um ambiente em que o móvel é pouco utilizado. Por isso, pensar em criar uma barreira de proteção, como a blindagem, são medidas simples que ajudam na conservação”, diz.

Colchões

Apesar de ficarem protegidos por lençóis e capas, os colchões também precisam entrar na rotina de cuidados, já que acumulam partículas, suor e outros resíduos. A recomendação é manter o quarto ventilado, trocar a roupa de cama regularmente e aspirar o colchão de acordo com as orientações do fabricante. Em caso de manchas ou derramamento de líquidos, é importante agir rapidamente e evitar encharcar o tecido.

“A roupa de cama funciona como uma barreira, mas não substitui os cuidados com o colchão. A manutenção preventiva, como a blindagem, é importante pois quando um líquido penetra profundamente, ou uma mancha permanece por muito tempo, a recuperação pode se tornar mais difícil”, afirma Paixão.


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