Encontro no dia 22 de outubro abre a programação do mês sobre inteligência artificial, com discussões sobre aplicação da tecnologia, modelos de gestão e novos negócios
A inteligência artificial começa a assumir tarefas dentro das empresas e a executar etapas de processos a partir de instruções definidas pelas equipes. Com os agentes de IA, sistemas capazes de planejar ações e realizar sequências de atividades, a tecnologia passa a ter um papel mais ativo na rotina operacional. Essa mudança traz novas possibilidades para a organização do trabalho e exige que as empresas avaliem como integrar esses recursos às suas operações.
A adoção de agentes de inteligência artificial se tornou uma tendência entre empresas do mundo todo. Segundo pesquisa global da McKinsey publicada em agosto de 2026, 40% dos entrevistados de grandes organizações afirmam que suas empresas estão ampliando o uso desses sistemas, ante 27% no ano anterior. Já um levantamento da KPMG com 400 CEOs de grandes empresas dos Estados Unidos aponta que cerca de quatro em cada dez relatam ganhos significativos de eficiência ou crescimento com agentes de IA. Os dados refletem o avanço dessa tecnologia no ambiente corporativo e ampliam a discussão sobre como incorporá-la à operação dos negócios.
A implementação de agentes de IA, porém, ainda está em estágio inicial na maioria das áreas corporativas. O cenário abre espaço para debates sobre o seu uso na prática, a definição de responsabilidades e o acompanhamento dos resultados. As empresas precisam estabelecer quais atividades serão executadas pelos agentes, quais decisões exigem supervisão humana e como a tecnologia será incorporada aos processos já existentes.
Essas questões serão discutidas no encontro “Empresas orientadas por Agentes de IA: o que muda na operação?”, promovido pela HOTMILK PUCPR no dia 22 de outubro com Pedro Neves e Rodrigo Napoleão, da Davinci. A atividade propõe analisar os impactos dessa tecnologia nos processos e nas decisões das empresas, com foco nas mudanças que a adoção de agentes pode trazer para a operação.
A programação segue no dia 27 de outubro, com o encontro “IA não é projeto no seu roadmap. É a próxima camada do seu operating model”. A proposta do André Luiz Costa, Program Delivery Leader na ExxonMobil e Líder do Agile Flow Curitiba, é discutir a integração da inteligência artificial à estrutura de funcionamento dos negócios. O tema aborda uma questão importante para as organizações que avançam na adoção da tecnologia: como incorporá-la ao modelo de gestão e à forma como a empresa opera.
No dia 28 de outubro, a agenda se volta ao empreendedorismo com “A história da GoCoffee: construindo um novo modelo de franquias no Brasil”. O André Henning, fundador da marca, apresenta a trajetória da empresa a partir de sua proposta de inovação e expansão no setor de franquias, com foco nas possibilidades de desenvolvimento de novos modelos de negócio.
Com os três encontros, a programação de outubro da HOTMILK PUCPR reúne discussões sobre a aplicação da inteligência artificial nas empresas e sobre caminhos para empreender e expandir negócios.
Serviço
Empresas orientadas por Agentes de IA: o que muda na operação?
Data: 22 de outubro
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/empresas-orientada-por-agentes-de-ia-o-que-muda-na-operacao/3594467
IA não é projeto no seu roadmap. É a próxima camada do seu operating model.
Data: 27 de outubro
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/ia-nao-e-projeto-no-seu-roadmap-e-a-proxima-camada-do-seu-operating-model/3594565
A história da GoCoffee: construindo um novo modelo de franquias no Brasil
Data: 28 de outubro
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/a-historia-da-gocoffee-construindo-um-novo-modelo-de-franquias-no-brasil/3594519
Sobre a HOTMILK PUCPR
A HOTMILK é o ecossistema de inovação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a universidade privada mais inovadora do país segundo o Ranking Universitário Folha (RUF) 2025. Considerado o principal ecossistema de inovação do Paraná, está entre os cinco ecossistemas que mais crescem no Brasil, segundo o Ranking Top Ecossistemas 2025 da 100 Open Startups. Reunindo mais de 220 residentes, a HOTMILK atua em diferentes frentes, além do desenvolvimento de startups, como consultoria de inovação corporativa, formações corporativas na área de inovação e Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I). Ao longo de sua trajetória, o ecossistema já realizou mais de 500 soluções de inovação e capacitou mais de 11 mil pessoas em inovação. Em 2025, as startups residentes no hub registraram faturamento conjunto de R$ 761 milhões. Com 11 mil m² dedicados ao ecossistema de inovação, a HOTMILK está integrada ao campus da PUCPR, que dispõe de infraestrutura de ponta para ensino, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, com mais de 200 laboratórios de pesquisa preparados para projetos de PD&I, além de auditórios para eventos corporativos e networking e mais de 3 mil m² equipados para o desenvolvimento de projetos de realidade virtual, aumentada e 3D.
HOTMILK PUCPR debate avanço dos agentes de IA na operação das empresas
PorPaulo Melo
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